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Saiba reconhecer os sintomas

SINTOMAS DENGUE
SINTOMAS-ZIKA
SINTOMAS-CHIKUNGUNYA

Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde e
não tomar medicamentos por conta própria. Dor abdominal intensa e vômitos persistentes são sinais de alarme na dengue. Fique atento!

 

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No Piauí, ministro anuncia recursos para o Estado e participa da mobilização “Sexta sem Mosquito”

Os valores são para a construção do Centro de Saúde da Mulher em Teresina e SAMU de vários municípios. Recursos serão destinados também para o acelerador linear e reforma de hospital do município de Parnaíba  Dia Nacional de Combate ao Aedes mobiliza o país nesta sexta-feira   LIRAa aponta 357 municípios em situação de Risco para dengue, zika e chikungunya O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou novos recursos para o Piauí, nesta sexta-feira (08).  Na cidade de Parnaíba, foram autorizados R$ 30 milhões para reforma e ampliação do Hospital Dirceu Arcoverde. Na mesma solenidade, foi anunciada a doação de um acelerador linear, equipamento de radioterapia para a Maternidade Marques Basto. Em Teresina, o ministro Ricardo Barros participou da ação Sexta sem Mosquito, no Parque Lagoas do Norte, como parte da mobilização nacional de combate ao Aedes. Ainda na capital do estado, Barros assinou convênio com a Fundação Municipal de Saúde de Teresina, que autoriza o repasse de R$ 2,62 milhões para a construção e compra de equipamentos do Centro de Atenção à Saúde da Mulher, no Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo. O ministro encerrou a agenda em reunião com prefeitos, gestores de saúde e autoridades locais, no auditório da Associação Piauiense dos Prefeitos Municipais do Piauí (APPM). Confira a apresentação aqui Durante a agenda, o ministro destacou a importância dos recursos para melhoria da qualidade do atendimento no estado do Piauí. Na ocasião, ele lembrou também da mobilização de combate ao mosquito Aedes aegypti. “Nesta Sexta-feira sem Mosquito, estamos fazendo ações para evitar que o mosquito continue avançando”, explicou o ministro, em visita ao Hospital Dirceu Arcoverde. O ministro ainda ressaltou que o sistema do Ministério está aberto para inserção da proposta para reforma do hospital Dirceu Arcoverde, sendo que os recursos estão disponíveis. “Cada etapa da obra é paga conforme a medição. Faremos o contrato por meio da Caixa Econômica e a agora é preciso aprovar o projeto, fazer licitação e começar o trabalho”, afirmou. Acesse o site Combate ao Aedes e  saiba tudo sobre o mosquito e como combatê-lo PARNAÍBA - No hospital Dirceu Arcoverde, o ministro visitou a agência transfusional, criada com recursos próprios, que vai estocar o sangue do hospital e duas salas cirúrgicas equipadas com mesa cirúrgica, carro anestésico e monitor. Foram investidos mais de R$ 500 mil na aquisição dos equipamentos, de recursos do Ministério da Saúde e tesouro estadual. O hospital Maternidade Marques Basto, que terá um acelerador linear a partir de recursos conveniados com o Ministério da Saúde, oferece assistência oncológica e é habilitado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON). A Maternidade Marques Basto e Hospital Infantil Dr. Mirócles Veras recebeu, em 2017, R$ 90.2 mil por ano de incentivo, na gestão do Ministro Barros. Saiba como é o ciclo do mosquito Aedes aegypti   Campanha mostra casos reais de vítimas do mosquito Aedes aegypti TERESINA - O Centro Intregrado de Atenção à Saúde da Mulher vai se tornar um espaço de referência no atendimento à população feminina, oferecendo tratamentos e exames especializados. O novo Centro será anexo ao Centro Lineu Araújo, uma policlínica de gestão municipal e terá como público-alvo as mulheres a partir da adolescência (14 anos) até a terceira idade. O atendimento será feito por uma equipe multiprofissional, das áreas de ginecologia, mastologia, radiologia, ultrassom, entre outras. Serão ofertados serviços de prevenção e diagnóstico das principais doenças que acometem o público feminino, como câncer de mama e câncer de colo de útero. Haverá ainda um serviço voltado às mulheres no climatério (menopausa), fase da vida que requer acompanhamento em diversas áreas médicas. SEXTA SEM MOSQUITO - As ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya serão intensificadas durante esta semana em todo o país. Nesta sexta-feira (08), acontece o Dia Nacional de Combate ao Aedes, de forma simultaneamente em diversas cidades do Brasil. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participa também da mobilização que acontece em Campina Grande (PB), neste sábado (08). Em outros estados também ocorrem ações, que serão comandadas por ministros de Estado e outros representantes dos ministérios, além de autoridades dos governos locais, agentes de saúde e toda a população. O objetivo é reforçar a conscientização sobre importância de eliminar os focos do mosquito, especialmente antes da chegada do verão, período mais favorável à proliferação do mosquito. RECURSOS - O Piauí foi contemplado na gestão do ministro Ricardo Barros, em 2016 com R$ 94,34 milhões, sendo R$ 6,84 milhões para habilitar serviços/leitos que funcionavam sem contrapartida federal ou qualificar serviços com ampliação do custeio e R$ 87,5 milhões referentes a emendas parlamentares. Já em 2017, foram liberados até agora R$ 271,24 milhões, sendo R$ 7,76 milhões para custeio de serviços e R$ 263,48 milhões referentes a emendas parlamentares. Foram liberados ainda, em 2017, R$ 2,64 milhões para fortalecimento da Atenção Básica no estado, com a habilitação de 12 Núcleos de Apoio à Saúde da Família. O estado também recebeu 12 ambulâncias, ao custo de R$ 1,95 milhão e habilitação de 1 UPA 24 horas, no valor de R$1,2 milhão. Carolina Valadares - Agência Saúde Atendimento à Imprensa (61) 3315-3434 / 3580 / 2351 / 2745

  • 08/12/17
  • 2017h50

Dia Nacional de Combate ao Aedes mobiliza o país nesta sexta-feira

Representantes do Governo Federal participam das ações nas capitais do país nesta sexta sem mosquito. O ministro Ricardo Barros estará em Teresina (PI) e Campina Grande (PB). Serão feitas visitas domiciliares, mutirões de limpeza, distribuição de material educativo, entre outras atividades LIRAa aponta 357 municípios em situação de Risco para dengue, zika e chikungunya Campanha mostra casos reais de vítimas do mosquito Aedes aegypti As ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya serão intensificadas durante esta semana em todo o país. A sexta-feira sem mosquito acontece de forma simultaneamente em diversas cidades do Brasil. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participa da mobilização em Teresina (PI) e, no sábado, estará presente na ação que acontece em Campina Grande (PB). Em outros estados também ocorrem ações, que serão comandadas por ministros de Estado e outros representantes dos ministérios, além de autoridades dos governos locais, agentes de saúde e toda a população. O objetivo é reforçar a conscientização sobre importância de eliminar os focos do mosquito, especialmente antes da chegada do verão, período mais favorável à proliferação do mosquito. No site Combate ao Aedes,  saiba tudo sobre o mosquito e como combatê-lo Durante as ações, será feita distribuição de material educativo, visitas domiciliares, mutirões de limpeza, realizados pelos agentes de saúde, além de exposições educativas em escolas e outras ações voltadas para a comunidade local. Ministros de Estado, agentes de saúde e de defesa civil visitarão residências, escolas, órgãos públicos, canteiros de obras e outros locais, num esforço conjunto para o enfrentamento ao Aedes aegypti.   O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância desta ação. “O enfrentamento ao mosquito é prioridade do Governo Federal, por isso definimos um dia para essa grande mobilização, que é a Sexta Sem Mosquito. Isso demonstra o empenho e preocupação no combate ao Aedes para que possamos evitar todas as doenças causadas por ele”, declarou o ministro da Saúde. Levantamento de infestação do Aedes aegypti é obrigatório   Brasil dá mais um passo no combate à Dengue com inovação tecnológica INFESTAÇÃO - O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2017, consolidado em 24 de novembro, aponta que 4.552 cidades de todo o país fizeram o levantamento, sendo que destes, 2.833 municípios estão com índices satisfatórios, ou seja, com menos de 1% das residências com larvas do mosquito em recipientes com água parada. Estão em alerta 1.310 municípios, com índice de infestação de mosquitos nos imóveis entre 1% a 3,9% e 409 em risco, com mais de 4% das residências com infestação. O Mapa da Dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), é um instrumento fundamental para o controle do mosquito. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito Aedes aegypti. CAMPANHA – Desde o dia 24 de novembro, circula em todo o país a nova campanha publicitária de combate ao mosquito Aedes aegypti, que chama a atenção da população para os riscos das doenças transmitidas pelo vetor e convoca a todos ao seu enfrentamento. O objetivo é mostrar que o combate à proliferação do mosquito começa dentro da própria casa, sendo responsabilidade de cada um, podendo gerar mudança positiva na vizinhança. O material alerta: “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”. A campanha é veiculada na TV, rádio, internet e redes sociais. As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Desde a identificação do vírus Zika no Brasil e sua associação com os casos de malformações neurológicas, o governo mobilizou todos os órgãos federais (entre ministérios e entidades) para atuar conjuntamente, além de contar com a participação dos governos estaduais e municipais na mobilização de combate ao vetor. Para isso, o Ministério da Saúde tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram 83% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010 para R$ 1,7 bilhão, em 2016. Para 2017, a previsão é que o orçamento de vigilância em saúde aos estados chegue a R$ 1,93 bilhão. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya. O recurso é repassado mensalmente a estados e municípios. Além disso, desde novembro de 2015 foram repassados cerca de R$ 465 milhões para pesquisas e desenvolvimento de vacinas e novas tecnologias, além de destinar mais R$ 395,3 milhões para o eixo de assistência à saúde. DENGUE – Até 18 de novembro de 2017, foram notificados 241.218 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 84% em relação ao mesmo período de 2016 (1.465.847). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa, passando de 695 óbitos, em 2016, para 125 em 2017. CHIKUNGUNYA – Até 18 de novembro, foram registrados 184.525 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 32% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 272.805 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 132,4 casos/100 mil/hab. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 152 óbitos. No mesmo período do ano passado, foram 213 mortes confirmadas. ZIKA – Foram registrados 16.927 casos prováveis de zika em todo país, até 18 de novembro, uma redução de 92% em relação a 2016 (214.418). A taxa de incidência passou de 104,0 em 2016 para 8,2 neste ano. Em relação às gestantes, foram registrados 2.205 casos prováveis, sendo 910 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial. Por Camila Bogaz, da Agência Saúde/MS Atendimento à imprensa (61) 3315- 3580 /2351/2745

  • 08/12/17
  • 2017h49

LIRAa aponta 357 municípios em situação de Risco para dengue, zika e chikungunya

Realizado em 3.946 cidades o levantamento orienta as ações de controle da doença. Com a resolução que tornou o LIRAa obrigatório, aumentou em 73% o número de municípios que realizaram o levantamento neste ano em relação a 2016 RÁDIO O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indica 357 municípios brasileiros em situação de risco de surto de dengue, zika e chikungunya. Isso significa que mais de 9% das cidades que fizeram o levantamento tinham altos índices de larvas do mosquito. No total, 3.946 cidades de todo o país fizeram o levantamento. Os dados foram apresentados pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta terça-feira (28), em Brasília. Na ocasião, também foi lançada a campanha publicitária de combate ao mosquito Aedes aegypti. Confira a apresentação completa (PDF) Reveja a coletiva de lançamento dos dados O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou a importância de uma ação conjunta com estados e municípios para o desafio do combate ao Aedes. “O enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti é prioridade do Governo Federal, por isso definimos um dia de mobilização, a Sexta Sem Mosquito, quando mobilizaremos ministros de estado e autoridades locais para estarem em todos os estados do país chamando a atenção da população para a importância de combater o mosquito”, informou o ministro da Saúde. Além das cidades em situação de risco, o LIRAa identificou 1.139 municípios em alerta, com índice de infestação de mosquitos nos imóveis entre 1% a 3,9% e 2.450 municípios com índices satisfatórios, com menos de 1% das residências com larvas do mosquito em recipientes com água parada. Entre as 17 capitais que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre o LIRAa, estão com índices satisfatórios os municípios de Macapá (AP), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB), Teresina (PI), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Palmas (TO). As capitais com índices em estado de alerta, são:  Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA), Vitória (ES), Recife (PE), Natal (RN), Porto Velho (RO), Aracajú (SE) e São Luis (MA). As capitais Belém (PA), Boa Vista (RR), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Rio Branco (AC) não informaram os dados ao Ministério da Saúde. Relação dos municípios que realizaram o LIRAa Levantamento sobre infestação do mosquito passa a ser obrigatório O Mapa da Dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), é um instrumento fundamental para o controle do mosquito Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas no LIRAa, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito Aedes aegypti. Para o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante, o levantamento é fundamental para prever ações locais. “É necessária uma visão global da situação, por isso o levantamento tem papel essencial nas decisões nacionais, mas principalmente locais, porque o levantamento traz detalhes de focos de mosquito por bairros e com isso o gestor pode prever ações efetivas de controle da proliferação do mosquito”, destacou Adeilson Cavalcante. CRIADOUROS – A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros, por região. Os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya, em especial nas cidades em risco e em alerta. O armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril e tina, foi o principal tipo de criadouro nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Nas regiões Norte e Sul o maior número de depósitos encontrados foi em lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção. Na região Sudeste predominou os depósitos móveis, caracterizados por vasos/frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. CAMPANHA PUBLICITÁRIA – A nova campanha do Ministério da Saúde de conscientização para o combate ao mosquito Aedes aegypti chama atenção da população para os riscos das doenças transmitidas pelo vetor (dengue, zika e chikungunya) e convoca a todos ao seu enfrentamento. O objetivo é mostrar que o combate à proliferação do mosquito começa dentro da própria casa, sendo responsabilidade de cada um, podendo gerar mudança positiva na vizinhança. O material alerta: “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”. A campanha começa a ser exibida nesta terça-feira (28) e será veiculada na TV, rádio, internet e redes sociais. Também está previsto o dia D de mobilização contra o mosquito, que ocorrerá no dia 8 de dezembro. A “Sexta Sem Mosquito”, como será chamada a ação, se estenderá até janeiro mobilizando os governos Federal, Estadual e Municipal para promoverem ações de limpeza nas cidades em casas, estabelecimentos privados e órgãos públicos. Campanha chama atenção da população para os riscos das doenças.  AÇÕES – As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Desde a identificação do vírus Zika no Brasil e sua associação com os casos de malformações neurológicas, o governo mobilizou todos os órgãos federais (entre ministérios e entidades) para atuar conjuntamente, além de contar com a participação dos governos estaduais e municipais na mobilização de combate ao vetor. Para isso, o Ministério da Saúde tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram 83% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões em 2010 para R$ 1,7 bilhão, em 2016. Para 2017, a previsão é que o orçamento de vigilância em saúde para os estados chegue a R$ 1,96 bilhão. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, Zika e chikungunya. O recurso é repassado mensalmente a estados e municípios. Além disso, desde novembro de 2015 foram repassados cerca de R$ 465 milhões para pesquisas e desenvolvimento de vacinas e novas tecnologias, além de destinar mais R$ 395,3 milhões para o eixo de assistência à saúde. DENGUE – Até 11 de novembro de 2017, foram notificados 239.076 casos prováveis de dengue em todo o país, sendo observado uma redução de 83,7% em relação ao mesmo período de 2016 (1.463.007). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa (82,4%), reduzindo de 694 óbitos em 2016 para 122 em 2017. Da mesma forma, os registros de dengue grave  caíram 73%,  de um ano para outro,  passando de 901, em 2016, para 243 em 2017. Já dengue com sinais de alarme passou de 8.875 em 2016 para 2.209 em 2017, apresentando uma redução 75% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em todo país, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis (84.051 casos; 35,2%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (74.691 casos; 31,2%), Sudeste (55.381 casos; 23,2%), Norte (21.057 casos; 8,8%) e Sul (3.896 casos; 1,6%). A análise da taxa de incidência de casos prováveis de dengue (número de casos/100 mil hab.), em 2017, até o dia 11 de novembro, segundo regiões geográficas, evidencia que as regiões Centro-Oeste e Nordeste apresentam as maiores taxas de incidência: 476,9 casos/100 mil hab. e 147,7 casos/100 mil hab., respectivamente. Entre as Unidades da Federação (UFs), destacam-se Goiás (906,3 casos/100 mil hab.), Ceará (457,7 casos/100 mil hab.) e Tocantins (322,5 casos/100 mil hab.). CHIKUNGUNYA – Até 11 de novembro, foram registrados 184.458 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 32,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 271.637 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 131,8 casos/100 mil/hab.. A região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (141.363 casos; 76,6%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (23.169 casos; 12,6%), Norte (16.125 casos; 8,7%), Centro-Oeste (3.467 casos; 1,9%) e Sul (334 casos; 0,2%). Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 149 óbitos. No mesmo período do ano passado, foram 211 mortes confirmadas, uma redução de 29,4%. ZIKA – Até 11 de novembro, foram registrados 16.870 casos prováveis de Zika em todo país, uma redução de 92,1% em relação a 2016 (214.126). A taxa de incidência passou de 103,9 em 2016 para 8,2 neste ano. As regiões Centro-Oeste e Norte apresentam as maiores taxas de incidência: 38,3 casos/100 mil hab. e 12,2 casos/100 mil hab., respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Mato Grosso (64,5 casos/100 mil hab.), Goiás (55,9 casos/100 mil hab.), Tocantins (45,5 casos/100 mil hab.) e Roraima (43,4 casos/100 mil hab.). Em relação às gestantes, foram registrados 2.197 casos prováveis, sendo 901 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.   Panorama dos Estados   UF Total de Municípios Total de Municípios que fizeram LIRAa out/nov 2017 Municípios Satisfatório % Municípios em Alerta % Municípios em Risco % RO 52 52 15 28,8 30 57,7 7 13,5 AC 22 0 0 0 0 0,0 0 0 AM 62 13 9 69,2 4 30,8 0 0 RR 15 13 3 23,1 7 53,8 3 23,1 PA 144 87 42 48,3 38 43,7 7 8,0 AP 16 13 11 84,6 1 7,7 1 7,7 TO 139 27 23 85,2 3 11,1 1 3,7 MA 217 216 109 50,5 93 43,1 14 6,5 PI 224 188 148 78,7 37 19,7 3 1,6 CE 184 181 124 68,5 49 27,1 8 4,4 RN 167 165 22 13,3 73 44,2 70 42,4 PB 223 223 56 25,1 113 50,7 54 24,2 PE 184 182 50 27,5 88 48,4 44 24,2 AL 102 69 23 33,3 35 50,7 11 15,9 SE 75 72 25 34,7 41 56,9 6 8,3 BA 417 281 81 28,8 124 44,1 76 27,0 MG 853 814 618 75,9 178 21,9 18 2,2 ES 78 63 39 61,9 23 36,5 1 1,6 RJ 92 88 67 76,1 21 23,9 0 0 SP 645 520 455 87,5 65 12,5 0 0 PR 399 158 78 49,4 68 43,0 12 7,6 SC 295 7 4 57,1 3 42,9 0 0 RS 497 268 212 79,1 35 13,1 21 7,8 MS 79 0 0 0 0 0,0 0 0 MT 141 0 0 0 0 0,0 0 0 GO 246 246 236 95,9 10 4,1 0 0 DF 1 0 0 0 0 0,0 0 0   5569 3946 2450 62,1 1139 28,9 357 9,0   Por Amanda Mendes, da Agência SaúdeAtendimento à imprensa(61) 3315-3580 / 2745 / 2351  

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