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Uso de repelentes ambientais e inseticidas

Publicado: Quarta, 13 de Janeiro de 2016, 13h45 | Última atualização em Quarta, 06 de Julho de 2016, 14h25

Os repelentes de uso tópico, aplicado na pele, podem fazer parte dos cuidados contra dengue, chikungunya e Zika.

A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) é clara: não há qualquer impedimento para a utilização desses produtos por mulheres grávidas,  desde que os repelentes estejam devidamente registrados na Agência

As recomendações de uso descritas no rótulo de cada produto devem ser seguidas à risca. Os produtos à base de DEET não devem ser usados em crianças menores de dois anos. Entre 2 anos e 12 anos, a concentração máxima do produto deve ser de 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. 

Alguns cuidados devem ser observados no uso:

        ■ Repelentes devem ser aplicados nas áreas expostas do corpo e por cima da roupa;

        ■ A reaplicação deve ser realizada de acordo com indicação de cada fabricante;

        ■ Para aplicação da forma spray no rosto ou em crianças, o ideal é aplicar primeiro na mão e depois              espalhar no corpo, lembrando sempre de lavar as mãos com água e sabão depois da aplicação.

        ■ Em caso de contato com os olhos, é importante lavar imediatamente a área com água corrente.

 

Além do DEET, os princípios ativos mais recorrentes em repelentes no Brasil são utilizados em cosméticos: o Icaridin e o IR 3535, além de óleos essenciais, como Citronela. Embora não tenham sido encontrados estudos de segurança realizados em gestantes, estes princípios são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme regulamentação do setor.

 

Repelentes ambientais e inseticidas

Inseticidas, usados para matar mosquitos adultos, e repelentes ambientais, usados para afastar os mosquitos (encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas de aparelhos elétricos), também podem ser adotados no combate ao mosquito Aedes aegypti, desde que registrados na Anvisa e sejam obedecidos todos os cuidados e precauções descritas nos rótulos dos produtos.

Os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa, até o momento. Portanto, todos os produtos anunciados como “naturais”, comumente comercializados como velas, odorizantes de ambientes, limpadores e os incensos, que indicam propriedades repelentes de insetos, não estão aprovados pela Agência e não possuem eficácia comprovada.

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