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VÍRUS ZIKA: Estudo reforça relação do Zika com casos de microcefalia

Publicado: Quinta, 06 de Outubro de 2016, 16h55 | Última atualização em Quinta, 06 de Outubro de 2016, 18h33

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REPÓRTER: Estudo publicado na revista científica The Lancet reforça a relação do vírus Zika com o volume de casos de microcefalia registrado no Brasil desde novembro de 2015. Realizado a pedido do Ministério da Saúde, o trabalho examinou crianças nascidas com e sem a malformação e concluiu, por exames laboratoriais, que a infecção pelo vírus Zika tem forte relação com os casos de crianças com microcefalia. Para o coordenador de Respostas às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, os resultados preliminares são expressivos.

SONORA: coordenador de Respostas às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira.

“As hipóteses testadas demonstraram uma força de associação bastante expressiva, ou seja, corrobora ainda mais na relação entre a infecção pelo vírus Zika e a malformação congênita. Também temos a compreensão baseada neste estudo, do reforço na inclusão do vírus Zika como mais um agente entre aqueles que causam, ou devam ser abordados ou investigados diante de malformações congênitas”.

REPÓRTER: O Brasil é pioneiro no estudo da relação do vírus Zika com a microcefalia e conta com parceiros nacionais e internacionais nas investigações, como parte do esforço mundial para as descobertas relacionadas ao Zika. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus Zika já foi detectado em 61 países, a maioria deles nas Américas. Para mais informações acesse www.saude.gov.br.

Reportagem, Luiz Philipe Leite.

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