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Sistema de Registro de Atendimento às Crianças com Microcefalia

Publicado: Quarta, 27 de Abril de 2016, 22h26 | Última atualização em Quarta, 27 de Abril de 2016, 22h26

O Ministério da Saúde vai mapear o acompanhamento realizado às crianças com suspeita ou diagnóstico de microcefalia, tanto em serviços públicos quanto os realizados na esfera suplementar. Para isso, criou o criou Sistema de Registro de Atendimento às Crianças com Microcefalia (SIRAM).

O objetivo é que o sistema seja a plataforma de registro e acompanhamento dos atendimentos de crianças com diagnóstico inicial de microcefalia, com a integração de dados e informações das investigações epidemiológicas e apoio aos processos decisórios relacionados à gestão do SUS.

O Ministério da Saúde treinará os profissionais e gestores dos estados e municípios – prioritariamente das regiões Norte e Nordeste, mais atingidas pela epidemia – que serão responsáveis por preencher as informações sobre o acompanhamento das crianças nos serviços de saúde, bem como disponibilizar guias e manuais sobre o funcionamento do sistema.

Manual instrutivo do SIRAM

O SIRAM recebe dados do Registro de Eventos em Saúde Pública (Resp) e do Cartão Nacional de Saúde, e também permite a inclusão de crianças não notificadas.

O Sistema conterá os seguintes campos de informação:

  • Consultar Atendimento Clínico
  • Histórico de Atendimentos Clínicos
  • Cadastrar Atendimento Clínico
  • Dados do Responsável da Criança
  • Registro de Acompanhamento
  • Dados Clínicos
  • Registro de Exames
  • Diagnóstico de Microcefalia
  • Triagens Neonatais
  • Desfecho

Confira o modelo de ficha de registro no SIRAM

O SIRAM faz parte das estratégias para qualificação da atenção às crianças com microcefalia. Atualmente, o Ministério da Saúde apoia e incentiva os estados e municípios a realizem a busca-ativa dos bebês nascidos com suspeita de microcefalia. Parte da Estratégia de Ação Rápida, esta medida tem por objetivo acelerar o diagnóstico, o encaminhamento para a estimulação precoce e, eventualmente, para os serviços de reabilitação e atenção especializada, com o investimento pela pasta de, pelo menos, R$ 10,9 milhões, sendo R$ 2,2 mil por criança. O processo permitirá o encaminhamento assistencial mais adequado às necessidades de cada criança.

O sistema, sob gestão do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (Dapes), foi desenvolvido pelo Datasus, a partir de decisão do Grupo Técnico de Microcefalia da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS).

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